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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Poema: 126 / Um Papo no whatsapp sobre Cristianismo

Esse poema nasceu de um papo edificante no WhatsApp do pessoal da "janelinha da benção" ( Um preludio ao Metendo a Sola) onde eu Felipe Augusto, a Wise e a Acácia falávamos como somos egoístas e pequenos e o quanto Deus nos ama, quanto podemos fazer e não fazemos, quanto poderíamos falar e calamos.
Falamos sobre a vontade de fazer missões e ao mesmo tempo nossa inércia, nossas preocupações com coisas fúteis e pequenas diante da grandeza da seara, dos altos e baixos da vida Cristã na juventude as vezes cheia de entusiasmo mas pouco martírio. 

Então do nada meu coração se enche, sei que talvez a rima e métrica não sejam das melhores, mas para mim este texto nascer em mim fez toda a diferença no meu dia, e me mostrou na devida medida que de alguma forma Cristo me escolheu, mesmo que eu não mereça e não entenda.

Espero que gostem!



Poema: 126


O caminho que escolhi

Me afasta de tudo que um dia quis 

Mas sei que plantarei com lagrimas
E colherei com riso e alegria


Renunciar meu eu, pra te louvar

Cair e me levantar sempre, Pelo teu poder

A carreira enfim completar

Se preciso o meu desejo render

Cristo seja tudo em mim

Pois me constrange esse amor

Que a mim se revelou

Que do teu sangue verteu

Se for preciso tome meu nome

Me arranque o que destoa

Ainda que meu ego doa

Pois apenas quero matar minha fome...



De ti.



segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Quando os castelos caem

  



Q
uando os castelos caem,
Conseguimos ,enfim, ver
Que reis tão soberanos 
Não têm nenhum poder

Não existe edificação
Que resista ao Criador
Não existe tempo brando
Que permaneça em seu furor

Com o tempo todos percebemos 
Que somos barro moldados pelas mãos do oleiro
Eleitos pra honra ou desonra
Pra que a sua glória possa ser vista no mundo inteiro

E os muros dos corações soberbos caem
Deixando ao chão as ruínas dos falsos castelos
E a multidão que sobra, mesmo o rei arrependido
São todos chamados de servos.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Sola Gratia e afins em versos.



Graça

Deus santo e indomável
Entrego-te minha vida
De caráter deplorável
E em pecado concebida

Curvo-me a fronte em pranto
Pois a graça recebida
Atingiu-me como um canto
Minh’alma incompreendida

Fizestes-me filho santo
Sou servo do grande Eu Sou
Pois na cruz, Cristo, portanto
Pecados pra si tomou

Tu és a minha esperança
Na salvação regozijo
Alegro-me em canto e dança
És abrigo e esconderijo

E grato sou, pois me amas
Ao Seu querer fui eleito
Ouço quando Tu me chamas
Seguro, então, me deito.

- Leonardo Valencio -

Um poema baseado em Gênesis 1



Pra inaugurar a criação do nosso blog, porque não combinar com a criação de tudo o que existe?

Alfa e Ômega

Da explosão de energia contida
O Criador fez terra, céus, galáxia
Imprimiu sua glória na Via Láctea
Na eternidade pensou criar vida

Disforme era a Terra que existia
E o Espírito sobre as águas pairava
Quando segregou a noite do dia
Em seis dias gerou criação que amava

Luminares, toda sorte de erva
Peixe, réptil, baleia e gado
Ave, sobre montanhas voo eleva

Criou o homem puro, sem pecado
Pureza que transgridem Adão e Eva
Mas o eleito por Cristo, perdoado.


- Leonardo Valencio -