Pode
uma igreja cristã, com sua construção baseada na palavra de Deus, tomar
atitudes anti bíblicas? Quem respondeu que sim, certa
resposta. Através desse texto gostaria de analisar alguns comportamentos anômalos
e reprováveis que algumas (a maioria das) igrejas seguem com fervor, criando,
assim, uma série de crentes que professam sua fé de maneira errada, porque são
enganados por pura malícia, ou por falta de instrução. Como o rol de doutrinas
estranhas (termo usado por Paulo de Tarso) é extenso, e seria muito exaustivo
analisar uma “(im)possível idoneidade ideológica” de todas essas linhas de
pensamento, vejamos apenas um item, que é um dos cernes da fé, do comportamento
e do estilo de vida cristãos: a oração.
A oração é o canal
direto que temos para nos comunicarmos com o Pai, sabendo sempre que “nem estão
seus braços encolhidos para que ele nos conceda o que pedimos e nem seus
ouvidos fechados para que não nos ouça”. Entretanto, existem coisas a mais a
serem consideradas. Existe uma maneira adequada de orar. No velho testamento,
em geral, oração exigia sacrifício de animais, tinha que ser feita dentro do
templo, e era um ritual sistematizado. Com a vinda de Jesus, e sua
crucificação, temos já feito por nós o sacrifício d’Ele. Hoje nós somos
templos, e podemos orar sempre que quisermos, porém, ainda é recomendável que a
prática da oração seja sistemática. Ter o hábito de orar é propósito de Deus
para o ser humano, isso é claro em diversas passagens da Bíblia. Contudo, além
de orar, é preciso orar certo. Orar errado pode prejudicar a fé do crente e
ainda deturpar toda uma visão de Deus, de relacionamento com Deus e até