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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Sobre Mandingas e Mantos Evangélicos



Infelizmente, é constatável que eventualmente os movimentos do cristianismo mais cheios de fiéis acabam copiando a cultura dita secular de formas estranhas. Reproduzir uma atitude não-religiosa em contexto religioso, por si só, já é um ato estranho à religião. A coisa piora quando essa transformação da cultura secular, em cultura religiosa subverte os ensinamentos bíblicos criando um falso ensinamento.




terça-feira, 15 de julho de 2014

Mão na Roda - Imago Dei II parte C




Para encerrar nossos estudos sobre Imago Dei (parte A e parte B aqui), falemos um pouco do ato de refletir a imagem de Deus e da importância da obra de redenção nisso.

A história da religião Cristã evoluiu ao longo dos séculos mostrando um Deus criador e redentor. Após a feitura de homem e mulher no Éden (criação) o ser humano se afastou de Deus (queda), o que Deus faz para que não haja essa quebra no relacionamento? Ele ensina ao homem a sacrificar animais como símbolo de arrependimento, para que Deus seja propício ao homem e possa aceitá-lo novamente.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

#MãonaRoda II - À Imagem e Semelhança parte B



Começamos na nossa última postagem a falar sobre o tema Imago Dei, isto é, a imagem de Deus. É de suma importância para o Cristão ter um bom conhecimento da imagem de Deus, pois conhecê-la nos ajudará a conhecermos a nós mesmos, uma vez que fomos criados à sua imagem e semelhança.
Neste texto, a ideia será mostrar que o homem pode praticar ações boas, mas que sem os arrependimentos dos pecados, os quais provém do pecado original, as ações de justiça humana não valem nada para Deus, pois somos seres totalmente depravados. A chave para o bom entendimento disso é entender o que foi e quais foram as implicações do pecado original no ser humano.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

#MãonaRoda II - À Imagem e Semelhança




Dando prosseguimento à série #MãonaRoda, este post explanará as implicações do significado de ter sido criado à imagem e semelhança de Deus.
Esta explicação refuta a negação ao pecado original.


terça-feira, 24 de junho de 2014

Em Verdade 2 - Silêncio de Deus



Há algum tempo, comecei uma série chamada, Em Verdade.
Bem, o propósito da série é simples: apresentar louvores bíblicos, tanto para a moçada ouvir coisas realmente edificantes, quanto para líderes ou integrantes dos grupos de louvor terem boas opções de canções que realmente glorifiquem a Deus (à despeito do que se produz hoje no mercado fonográfico pseudo cristão brasileiro).

 Além deste texto que vou apresentar neste post, já há um outro no nosso humilde bloguinho, dê uma olhada aqui (uma análise da músga Aos Pés da Cruz).

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Evangelho! Da dor à alegria.

Imaginem, num mundo paralelo, que uma pessoa nasça com as pálpebras coladas ao rosto. Imaginem que lhe fosse impossível abrir os olhos completamente, e que ela estivesse fadada a ver apenas parte do mundo de verdade. Por muitos anos, ela andou e andou por aí, tropeçando, caindo, esbarrando em coisas, se machucando e machucando as pessoas. Com o passar do tempo, essa pessoa começou a achar tudo isso normal, pois, afinal de contas, sua incapacidade a fazia cometer todas essas ações prejudiciais às pessoas e a ela mesma. Além disso, já havia pedido, por várias vezes, que os médicos lhe fizessem enxergar, mas eles tinham sempre a mesma resposta: poderiam tentar, mas havia um grande risco de se cortar, junto com a pele da pálpebra que a cobria a visão, os seus olhos. Este mal, além de doloroso seria eterno. Por fim, os médicos passavam a decisão para ela e, com medo, ela sempre preferiu ver as cosias pela metade. Com pedaços de pálpebras a tapar-lhe a visão. Tomava essa decisão, sempre, como já dito, pelo medo da dor. E de essa dor eventualmente se torna algo que ela carregasse pelo resto de sua vida.
Um dia, um médico a viu na rua. E interessado, foi até ela. Checou um histórico rapidamente, e disse a ela que poderia ajudá-la a enxergar melhor, entretanto isso doeria muito, mas assim ela conseguiria ver. Foi a primeira vez que alguém disse que ela não correria risco de ficar cega, e justamente por isso, porque o médico passou para ela toda fé que ela precisava ter nos métodos dele, ela aceitou. No dia em que o médico determinou, ela veio a ele, e ele, com um estilete cirúrgico, cortou as partes que faziam com que os olhos dela ficassem presos. A moça gritou e chorou muito durante algum tempo, mas após alguns dias que a dor pior havia passado, ela enxergava e justamente por isso estava eternamente grata ao médico, e passou a se comunicar com ele frequentemente (jamais deixando de agradecê-lo). Ela insistiu em lhe dar uma quantia, mas o médico disse que não queria porque além de não precisar, não via sentido em ser pago por fazer o bem.